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Presa por envolvimento com facção, ex-diretora de presídio teria mandado matar dono de siteciana’ https://www.terra.com.br/noticias/brasil/cidades/presa-por-envolvimento-com-faccao-ex-diretora-de-presidio-teria-mandado-matar-jovem-que-a-chamou-de-miliciana,7112850143d1840ebeccd3937e0d23e78tuwnqwb.html?utm_source=clipboard

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Denúncia do Ministério Público da Bahia também afirma que Joneuma Silva Neres teria mantido um relacionamento amoroso com um detento

Joneuma Silva Neres foi presa em janeiro deste ano

Presa desde o início deste ano por envolvimento com a facção Primeiro Comando de Eunápolis (PCE), a ex-diretora do presídio da cidade, Joneuma Silva Neres, teria ordenado a morte de um jovem após ele ter feito uma postagem em que a chamava de “miliciana”

A informação consta em uma denúncia feita pelo Ministério Público da Bahia contra a mulher, acessada pelo portal Bahia Notícias

Segundo a denúncia, Joneuma mantinha um relacionamento amoroso com Dadá, líder do PCE. Ela pediu a ele que “desse um jeito” em Alan Queven dos Santos Barbosa, de 22 anos, que publicou, em uma página de fofoca, acusações de que a então diretora do presídio estaria facilitando a entrada de ilícitos no local e que ela trabalhava para determinados candidatos políticos.

Joneuma foi presa preventivamente em janeiro justamente por seu envolvimento com o PCE e, além de ter colaborado com a fuga de 16 detentos, ela permitia que algumas pessoas adentrassem no espaço sem ser revistadas. Uma dessas pessoas foi a esposa de um dos líderes da facção.

Ainda com relação a Alan Queven, o jovem desapareceu em 7 de junho de 2024 e nunca mais foi encontrado. Para o MPBA, ele foi vítima de uma prática chamada pela facção de “desembolo”, uma espécie de “tribunal do crime”.

“A pena principal decidida nestas sessões criminosas denominadas de ‘desembolo’ é a de uma morte cruel para a vítima, normalmente executada a pauladas ou pedradas, como forma de mandar um aviso para os ‘desobedientes’”, diz trecho da denúncia.

Fonte: Redação Terra
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Segundo a denúncia, Joneuma mantinha um relacionamento amoroso com Dadá, líder do PCE. Ela pediu a ele que “desse um jeito” em Alan Queven dos Santos Barbosa, de 22 anos, que publicou, em uma página de fofoca, acusações de que a então diretora do presídio estaria facilitando a entrada de ilícitos no local e que ela trabalhava para determinados candidatos políticos.  Joneuma foi presa preventivamente em janeiro justamente por seu envolvimento com o PCE e, além de ter colaborado com a fuga de 16 detentos, ela permitia que algumas pessoas adentrassem no espaço sem ser revistadas. Uma dessas pessoas foi a esposa de um dos líderes da facção.  Ainda com relação a Alan Queven, o jovem desapareceu em 7 de junho de 2024 e nunca mais foi encontrado. Para o MPBA, ele foi vítima de uma prática chamada pela facção de “desembolo”, uma espécie de “tribunal do crime”. “A pena principal decidida nestas sessões criminosas denominadas de ‘desembolo’ é a de uma morte cruel para a vítima, normalmente executada a pauladas ou pedradas, como forma de mandar um aviso para os ‘desobedientes’”, diz trecho da denúncia.  Fonte: Redação Terra Compartilhar https://www.terra.com.br/noticias/brasil/cidades/presa-por-envolvimento-com-faccao-ex-diretora-de-presidio-teria-mandado-matar-jovem-que-a-chamou-de-miliciana,7112850143d1840ebeccd3937e0d23e78tuwnqwb.html?utm_source=clipboard

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